Músico mineiro, Johnny Black ganha registro em documentário

Músico mineiro, Johnny Black ganha registro em documentário

“De Quando em Vez” é um curta sobre música que constrói, de maneira poética, vários dias dentro de um dia na vida do músico mineiro Johnny Black.

Dirigido por Jáder Barreto e Rafaella Lima, o filme foi produzido parcialmente com verba da Agência de Desenvolvimento do Polo Audiovisual da Zona da Mata de Minas Gerais.

O curta está na seleção de cinema do MIMO 2016, festival dedicado exclusivamente à música que está sendo realizado nos dias 11, 12 e 13 de novembro, no Rio de Janeiro.

Consagrado como um dos maiores festivais do Brasil, o MIMO é patrocinado pelo Bradesco, Cielo e BNDES.

 

Não perca! TV Globo exibirá filmes do PRÊMIO CURTA RIO

Não perca! TV Globo exibirá filmes do PRÊMIO CURTA RIO

A TV Globo criou e produziu um programa especial para a exibição dos 10 curtas-metragens do PRÊMIO CURTA RIO. O programa encerra o ciclo de comemorações dos 450 anos do Rio e vai ao ar à 1h15 do dia 02/03, na madrugada de terça para quarta. O programa especial PRÊMIO CURTA RIO será veiculado na TV Globo Rio/Grande Rio/Região Metropolitana e também na Globo Internacional que atinge 140 países em todos os continentes, no horário “premium”. Esta é uma ação inédita da emissora e abre espaço importante para a difusão do curta-metragem na TV aberta.

Nossos agradecimentos a todos que inscreveram seus projetos, equipe, parceiros, jurad@s e aos realizador@s finalistas: Anna Azevedo, Zeca Ferreira, Pedro Asbeg, Evandro Manchini, Felipe O’Neill, Eduardo de Souza Lima, Luciano Vidigal, Maria de Andrade, Laís Rodrigues, Luiz Claudio Motta, Isabella Raposo, Thiago Brito e Ludmila Curi.

O PRÊMIO CURTA RIO é uma realização do IBEFEST e que conta com os incentivos da Lei Rouanet.

Lá do Alto, de Luciano Vidigal, foi o destaque na sessão do Prêmio Curta Rio

Lá do Alto, de Luciano Vidigal, foi o destaque na sessão do Prêmio Curta Rio

O filme Lá do Alto, dirigido por Luciano Vidigal, foi a produção que recebeu mais votos no júri popular na sessão especial do Prêmio Curta Rio realizada no dia 6 de novembro, no Cine Odeon, dentro da programação do Curta Cinema.

Foram exibidos os 10 filmes vencedores do Prêmio Curta Rio, num total de 60 minutos de projeção.

O Curta Rio agradece aos diretores que tiveram suas obras exibidas: Anna Azevedo, Zeca Ferreira, Pedro Asbeg, Evandro Manchini, Felipe O’Neill, Eduardo de Souza Lima, Luciano Vidigal, Maria de Andrade, Laís Rodrigues, Luiz Claudio Motta, Isabella Raposo, Thiago Brito e Ludmila Curi.

Para conferir o filme vencedor, Lá do Alto, basta clicar neste link.

PRÊMIO CURTA RIO LANÇA 10 FILMES NO CINE ODEON

PRÊMIO CURTA RIO LANÇA 10 FILMES NO CINE ODEON

O Prêmio Curta Rio, uma iniciativa do IBEFEST-Instituto Brasileiro de Estudos de Festivais Audiovisuais, com patrocínio da TV Globo, promove o lançamento dos dez curtas-metragens vencedores do concurso, no dia 6/11, às 21h, no Cinema Odeon, na Cinelândia, em parceria com o Curta Cinema 2015.

Será a estreia no cinema dos filmes contemplados na primeira edição do Prêmio Curta Rio, que recebeu quase 400 inscrições de roteiros sobre os 450 anos do Rio de Janeiro.

Os filmes revelam diversos ângulos do Rio apresentando olhares peculiares da Zona Norte à Zona Sul, passando pela Zona Oeste da cidade e até mesmo Paquetá.

A sessão de lançamento dos filmes do Prêmio Curta Rio no Cine Odeon será com entrada franca, mas é recomendável chegar com antecedência para garantir o ingresso.

Confira a programação no site do Curta Cinema 2015

Filmes em exibição:

HELGA E PAULO, de Pedro Asbeg

Muitas vidas resumidas em apenas uma história de amor.

A ILHA É DAS CRIANÇAS!, de Zeca Ferreira

É dia de Cosme e Damião na ilha de Paquetá.

SEBASTIÃO, de Evandro Manchini e Felipe O’Neill

Durante a madrugada, dois homens atravessam a cidade do Rio de Janeiro dentro de uma Kombi velha. Uma terceira pessoa está desacordada no banco traseiro provocando assim um clima de mistério e tensão durante o percurso. Quando o dia amanhece eles chegam até o seu destino final e revela que as coisas nem sempre são o que parecem ser.

BOLA PARA SEU DANAU, de José Eduardo de Souza Lima

Cinco meses antes de Charles Miller, o técnico tecelão escocês Thomas Donohoe escalou uns colegas de trabalho da Fábrica de Tecidos Bangu para uma pelada, e deu o pontapé inicial do futebol brasileiro.

UM RIO QUE VEM DE LONGE, de Anna Azevedo

Uns nasceram no Rio, como os artistas Elza Soares, Bibi Ferreira e Djalma Sabiá. Outros, escolheram a cidade para viver, como o caricaturista italiano Lan e a dona de casa portuguesa Céu dos Reis. Personagens que nos revelam aspectos do Rio que os enchem de saudade.

CANTO DO RIO EM SOL    , de Maria de Andrade e Laís Rodrigues

Ao som da voz de Carlos Drummond de Andrade recitando seu poema homônimo, o documentário Canto do Rio em Sol mostra a desconstrução da paisagem urbana do Rio de Janeiro a partir de imagens de arquivo históricas raras.

LÁ DO ALTO, de Luciano Vidigal

Como cessar a dor silenciosa de uma criança que sente saudades de uma avó que morreu? Através do mundo lúdico infantil, imagens privilegiadas e singulares da cidade do Rio de Janeiro, vista do alto da favela do Vidigal, o filme vai mostrar a história de um menino sonhador que tenta convencer seu pai a se aventurar em conhecer o alto de uma pedra, que ele acredita ficar perto do céu, para poder se comunicar com sua avó, de quem sente saudades.

O MIRANTE DO AZUL, de Isabella Raposo e Thiago Brito

No aniversário da cidade do Rio de Janeiro, dois funcionários do Centro de Operações do Rio de Janeiro farão de tudo para resgatar a imagem de Copacabana.

CINE VAZ LOBO, de Luiz Claudio Motta Lima

O movimento em defesa do Cine Vaz Lobo envolve preservação, cultura e memória.  Idealizado pelos moradores e amigos da baixada de Irajá, busca a transformação do Cine Vaz Lobo em Centro Cultural. A primeira vitória do grupo foi modificação do trajeto da transcarioca, a não demolição do prédio, e o tombamento do Cine Vaz Lobo, inaugurado em 1941.

RUGAS, de Ludmila Curi Kestenberg

Neto e avô debatem sobre a idade do Rio de Janeiro: 450 anos é muito pouco?

Goiânia Mostra Curtas já tem seus vencedores

Goiânia Mostra Curtas já tem seus vencedores

Fonte: Revista de Cinema

Os curtas A Festa e os Cães (CE), com direção de Leonardo Mouramateus, e Febre da Madeira (GO), de Daniel Nolasco, são os grandes vencedores da 15ª Goiânia Mostra Curtas. A cerimônia de premiação ocorreu no domingo à noite, no Teatro Goiânia.

A Festa e os Cães ganhou na categoria de Melhor Filme da Mostra Brasil. O documentário utilizou o recurso de filmar fotografias em movimento. O curta retrata as ruas do subúrbio de Fortaleza, nas quais cães foram chegando e dominando o território, como que recuperando seu estado selvagem. A obra tem no currículo o prêmio de Melhor Curta-Metragem no 37º Cinéma du Réel, sediado em Paris, na França.

Mais detalhes neste link.

Curta A Última Cena representa o Brasil em festival uruguaio

Curta A Última Cena representa o Brasil em festival uruguaio

Fonte: Folha Geral

Durante o Festival Internacional de Cinema no Uruguai – Piriapolis de Pelicula, diversos artistas e autoridades marcaram presença no elegante Argentino Hotel Casino & Resort, construído nos anos 30 de frente para o mar.

A atriz Cris Lopes e o Diretor Rodney Borges representaram o Brasil com o único filme curta-metragem brasileiro selecionado no festival, “La Ultima Escena” (A Última Cena) rodado pelo diretor em película 8mm no qual a atriz é a protagonista.

Confira a matéria completa neste link.

 

Festival do Rio começa hoje, com exibição de mais de 250 filmes de 60 países

Festival do Rio começa hoje, com exibição de mais de 250 filmes de 60 países

Fonte: G1 – Começa nesta quinta-feira (1º) o Festival do Rio, que nesta edição apresenta cerca de 250 filmes —100 a menos que em 2014 — de mais de 60 países. A abertura da 17ª edição acontece no Centro Cultural Luiz Severiano Ribeiro, o Cine Odeon, na Cinelândia, com exibição do aguardado Chico: Artista Brasileiro, que tem direção de Miguel Faria Jr.

O longa acompanha o cantor e compositor Chico Buarque na montagem de um show com convidados, mostrando seu cotidiano, seu método de trabalho, seu processo criativo e sua trajetória.

Ao todo, 20 salas de cinema do Rio participam do festival. Este ano, o evento traz uma novidade: os ingressos serão vendidos online por meio do site www.ingresso.com até a véspera do dia da sessão. Somente 20% dos ingressos estarão disponíveis na bilheteria de cada cinema para o mesmo dia. Para quem já adquiriu o passaporte, que já se esgotou, os ingressos devem ser retirados online ou na bilheteria dos Cine Odeon, na Cinelândia, ou do Kinoplex São Luiz, no Largo do Machado.

O evento traz homenagens ao centenário de Orson Welles, aos Studio Ghibli, ao Cinema Noir Mexicano, e aos diretores Hal Hartley e Wes Craven.

Leia todos os demais detalhes e informações neste link.

Curta de animação brasileiro é selecionado para o Festival de Annecy

Curta de animação brasileiro é selecionado para o Festival de Annecy

Fonte: Ministério da Cultura

O curta-metragem de animação brasileiro Guida, de Rosana Urbes, foi selecionado para a mostra competitiva do Festival Internacional de Cinema de Animação de Annecy, considerado o principal evento dedicado ao gênero do mundo. Todo desenhado à mão, com lápis e aquarela, o filme mostra uma bibliotecária de terceira idade que decide mudar de vida e começar a trabalhar como modelo vivo em uma escola de artes.
Produzido durante três anos, o filme fez sucesso no principal festival de animação do Brasil. Na última edição do Anima Mundi, em 2014, conquistou cinco prêmios nas edições do Rio de Janeiro e de São Paulo. “É um filme que fala sobre a passagem do tempo, a nostalgia e a busca poética pela inspiração como forma de renovação de vida”, avalia a diretora.
Animadora e ilustradora, Rosane Urbes trabalhou nos longas de animação Mulan, Lilo & Stitch e Tarzan, produzidos pelos estúdios Disney. É sócia da RR Animations Films, em São Paulo, onde produziu animações para filmes como Asterix e Encantada, além de comerciais e projetos de animação, desenho e ilustração para livros. Em 2010, lançou Meu dia é assim, sua primeira publicação como autora.
Criado em 1960, o Festival Internacional de Cinema de Animação de Annecy ocorre entre os dias 15 e 20 de junho na cidade francesa. O evento é organizado pela Associação Internacional de Filmes de Animação.
A matéria completa está disponível também neste link.
Curta paulista é finalizado com dinheiro de rifa e vai para Cannes

Curta paulista é finalizado com dinheiro de rifa e vai para Cannes

Fonte: UOL

Um dos poucos representantes brasileiros no Festival de Cannes deste ano vem do interior de São Paulo e só conseguiu ser finalizado com o dinheiro arrecadado em rifas.

O curta-metragem nacional “Command Action”, dirigido por João Paulo Miranda Maria e produzido pelo Coletivo Kino-Olho, será exibido na Semana da Crítica, mostra paralela dedicada aos primeiros e segundos filmes de cineastas do mundo todo, a ser realizada entre os dias 14 e 22 de maio.

A história, de 14 minutos, se passa em uma feira popular no periférico bairro de Cervezão, em Rio Claro, no interior de São Paulo, e gira em torno de um
garoto que vai comprar legumes para a família, quando encontra um robô de brinquedo feito no Paraguai chamado Command Action.

O protagonista é feito pelo estudante David Martins, 14 anos, morador de Rio Claro. Martins foi escolhido entre vários alunos da rede municipal. A ideia era integrar os moradores à produção e trazer espontaneidade à história. “Fizemos uma seleção, e o engraçado é que ele tinha vários problemas na escola, várias advertências. A gente cobrou dele outro comportamento”, diz o diretor João Paulo Miranda Maria. O estímulo funcionou. “Ele já estava melhorando. Agora com a seleção [de Cannes], nós demos autoestima. Aí você vê que é tudo questão de autoestima, de ser alguém”, conta o diretor.

Mesmo com apoio da Prefeitura de Rio Claro, “Comand Action” foi feito a toque de caixa. “Fizemos com metodologia própria. Conseguimos R$ 28 mil pela a Lei Rouanet, mas estamos com dificuldade de conseguir captar. Só conseguimos de R$ 3 mil a R$ 5 mil.” A solução foi vender rifas pela cidade. Dessa forma, a equipe conseguiu mais R$ 1,5 mil para finalizar o filme.

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